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Time alternativo dos EUA cai diante da Turquia, mas volta de Pulisic reacende esperanças no mata-mata

Pochettino roda elenco em preparação para as oitavas de final da Copa de 2026; craque retorna após lesão na panturrilha

Por Redação Rumo ao Hexa

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Time alternativo dos EUA cai diante da Turquia, mas volta de Pulisic reacende esperanças no mata-mata

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A seleção dos Estados Unidos perdeu por 2 a 1 para a Turquia em amistoso preparatório na noite de quinta-feira, 4 de junho, no Hard Rock Stadium, em Miami, num teste que mostrou as virtudes e as fragilidades do elenco reserva. O técnico Mauricio Pochettino fez nove mudanças em relação ao time que venceu na rodada anterior, enquanto Christian Pulisic fez seu esperado retorno aos gramados após se recuperar de um problema na panturrilha.

Como foi o jogo contra a Turquia?

A Turquia abriu o placar logo aos 12 minutos, com Cengiz Ünder aproveitando uma falha de comunicação na zaga americana para fuzilar o goleiro Zack Steffen. Com um time quase todo novo, os EUA demoraram a se encontrar em campo, mas conseguiram o empate aos 61 minutos: Pulisic, que havia acabado de entrar, fez grande jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para Paxten Aaronson empurrar para as redes. A alegria durou pouco. Aos 78 minutos, em contra-ataque mortal, Barış Yılmaz superou a marcação e bateu na saída de Steffen para decretar a vitória turca.

Pochettino apostou num 4-3-3 com muitas caras novas. Steffen foi o goleiro; a linha defensiva teve Reggie Cannon, Erik Palmer-Brown, Auston Trusty e John Tolkin; o meio-campo foi formado por Tanner Tessmann, Johnny Cardoso e Mihailovic; e o ataque contou com Aaronson, Ricardo Pepi e Alejandro Zendejas. Pulisic foi acionado no intervalo, no lugar de Zendejas, e deu outra cara ao ataque americano.

Por que Pochettino fez nove mudanças?

A 11 dias da estreia no mata-mata da Copa do Mundo de 2026, o treinador argentino optou por preservar titulares absolutos – como Antonee Robinson, Tyler Adams e Folarin Balogun – e dar rodagem a atletas que devem ser opções no banco. As nove mudanças evidenciam que Pochettino quer todo o grupo preparado para uma eventual necessidade durante os jogos eliminatórios.

O plano era claro: testar a profundidade do elenco em um cenário de pressão real. A Turquia, que não se classificou para o torneio, serviu como sparring de luxo, com transições rápidas e uma defesa bem postada. No entanto, o resultado deixou dúvidas sobre a consistência defensiva do “time B”. Embora alguns nomes tenham mostrado serviço – Aaronson foi o principal destaque ofensivo –, a zaga sofreu com a velocidade dos atacantes turcos e a falta de entrosamento.

O que a volta de Pulisic significa para os EUA?

A maior notícia para os americanos veio do banco. Christian Pulisic, que perdeu a vitória anterior por causa de um incômodo na panturrilha, entrou no segundo tempo e imediatamente elevou o nível de criação. Em 25 minutos, o camisa 10 demonstrou explosão, driblou marcadores e deu a assistência para o gol de empate. Sua presença reacendeu a torcida e, mais importante, sinalizou que a condição física não é mais uma preocupação para as oitavas de final. “Foi importante sentir o ritmo novamente”, disse Pulisic na saída do estádio. “A panturrilha respondeu bem. Agora é focar no que realmente importa: as eliminatórias.” O craque do Milan deve reassumir a titularidade sem restrições.

Quem brilhou e quem deixou dúvidas no time reserva?

O amistoso foi um verdadeiro “saco de surpresas”, para o bem e para o mal. Paxten Aaronson, de 22 anos, aproveitou a chance como titular e anotou seu primeiro gol com a camisa principal. Sua intensidade e capacidade de atacar espaços foram um sopro de energia. No meio, Johnny Cardoso deu consistência na marcação, mas Tanner Tessmann oscilou e cometeu erros de passe que custaram transições perigosas.

Na defesa, a dupla Palmer-Brown e Trusty teve dificuldades no jogo aéreo – justamente no lance do segundo gol turco. Reggie Cannon, pela direita, foi voluntarioso, mas deixou espaço nas costas. O goleiro Zack Steffen fez defesas importantes, principalmente em chute de Hakan Çalhanoğlu, mas não teve culpa nos gols.

A análise geral é de que o ataque tem boas alternativas – com Pepi dando opção de pivô e Zendejas oferecendo um contra-um interessante –, porém o setor defensivo reserva preocupa. Pochettino terá que trabalhar o entrosamento para não depender exclusivamente dos titulares.

Como fica o caminho dos EUA no mata-mata?

Os Estados Unidos avançaram como líderes do Grupo L e agora aguardam a definição do adversário nas oitavas de final, que sairá de um combinado de terceiros colocados. Com a tabela abaixo, é possível projetar a trajetória:

FaseDataLocalAdversário
Oitavas29 de junho de 2026Los AngelesA definir
Quartas4 de julho de 2026DallasA definir*
Semifinal9 de julho de 2026AtlantaA definir*
Final14 de julho de 2026Nova YorkA definir*

*Se classificar.

O jogo contra a Turquia deixou lições claras: os titulares são insubstituíveis, mas as peças de reposição podem cumprir funções específicas em rotações pontuais. Para um mata-mata que pode levar a confrontos a cada quatro ou cinco dias, ter um banco confiável é fundamental.

Agora, o foco total está na abertura das oitavas, em Los Angeles. O grupo de Pochettino terá uma semana de treinos em Miami antes de viajar. A expectativa é que o time volte ao seu esqueleto principal, com Pulisic, Balogun, Robinson e Adams de volta – mas o técnico já sabe que pode contar com jovens como Aaronson e Cardoso quando precisar mudar o jogo.

Se você ainda tem dúvidas sobre o desempenho americano ou quer testar suas próprias simulações para o mata-mata, confira as respostas abaixo.

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Quem marcou os gols da Turquia contra os EUA?

Cengiz Ünder abriu o placar aos 12 minutos, em falha defensiva americana. Barış Yılmaz fez o segundo aos 78, em contra-ataque rápido. O tento americano foi de Paxten Aaronson, com passe de Pulisic.

Pulisic está 100% para as oitavas de final?

As indicações são positivas. Ele atuou 25 minutos, mostrou velocidade e não sentiu a panturrilha. A assistência para o gol comprovou sua capacidade de decisão. A tendência é que seja titular normalmente.

Qual reserva mais se destacou no amistoso?

Paxten Aaronson aproveitou a oportunidade, marcou o gol e trouxe dinamismo ao ataque. Johnny Cardoso também agradou pela segurança no meio-campo. São dois nomes que ganharam crédito com Pochettino.

Agora que você já sabe o que funcionou e o que preocupa, está na hora de colocar sua visão à prova. O time de Pochettino tem potencial, mas o mata-mata não perdoa nenhum deslize. Você provavelmente tem uma escalação ideal dos Estados Unidos para as oitavas. Que tal testar essa hipótese no jogo gratuito de simulação? Escale os 11 titulares, reproduza o cenário do amistoso contra a Turquia ou desafie qualquer adversário do chaveamento, de graça e sem arriscar. Será que sua análise está certa ou você só acha? O resultado sai na hora, sem depósito.

*Este conteúdo tem caráter informativo. Apostas envolvem risco. Se precisar de ajuda, ligue para o CVV: 188.*

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