Messi no banco contra a Jordânia: entenda a decisão
Com cinco gols na Copa do Mundo 2026, craque argentino começa no banco na última rodada do Grupo J; simulação mostra como o time se comporta sem o camisa 10.
Por Redação Rumo ao Hexa

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Lionel Messi vai começar no banco de reservas no último jogo da fase de grupos da Copa do Mundo 2026, contra a Jordânia. A Argentina já garantiu o primeiro lugar do Grupo J e o técnico Lionel Scaloni optou por poupar o capitão, que tem cinco gols no torneio. A partida acontece no Hard Rock Stadium, em Miami, com a Albiceleste usando time alternativo.
A decisão foi confirmada pela comissão técnica na véspera do confronto. Com seis pontos em dois jogos, a Argentina não pode mais ser alcançada. Coreia do Sul e Nigéria têm três pontos cada, e a Jordânia, zerada, já está eliminada. Mesmo com time misto, os atuais campeões entram como favoritos. A grande questão é como o ataque vai render sem o principal jogador do planeta.
Por que o camisa 10 começa no banco?
Scaloni e sua equipe decidiram preservar Messi por três razões principais: desgaste físico, risco de cartão amarelo e a chance de testar outras peças para as oitavas de final. Messi atuou os 90 minutos contra Coreia do Sul e Nigéria, percorrendo em média 9,8 km por partida. Aos 38 anos, a carga de dois jogos em alta intensidade pede uma pausa estratégica.
O camisa 10 também carrega um cartão amarelo da rodada passada. Uma nova advertência o tiraria das oitavas por suspensão automática. Como a partida contra a Jordânia não vale nada na tabela, a cautela fala mais alto. Em 2022, caso parecido ocorreu com Neymar na última rodada da fase de grupos — ele ficou fora do jogo contra Camarões justamente para evitar problemas disciplinares.
Por fim, a comissão quer ver Lautaro Martínez e Julián Álvarez juntos desde o início, algo que raramente aconteceu neste ciclo. A dupla de ataque pode ser a arma para um mata-mata mais físico. O meia Giovani Lo Celso também deve ganhar minutagem na criação, função que sobrecarrega Messi quando ele joga os 90 minutos.
Como Messi chega ao banco com cinco gols?
A campanha de Messi na fase de grupos é histórica. Ele marcou um hat-trick na estreia contra a Coreia do Sul e um doblete diante da Nigéria, assumindo a artilharia isolada da Copa com cinco gols. A tabela a seguir resume os jogos:
| Jogo | Data | Local | Placar | Gols de Messi |
|---|---|---|---|---|
| Argentina 3 x 1 Coreia do Sul | 12/06/2026 | MetLife Stadium, Nova Jersey | 3–1 | 3 (15', 47', 78') |
| Argentina 2 x 0 Nigéria | 17/06/2026 | SoFi Stadium, Los Angeles | 2–0 | 2 (22' pênalti, 55' pênalti) |
Com esses tentos, Messi chegou a 18 gols em Copas do Mundo, ultrapassando o alemão Miroslav Klose (16) e se isolando como o maior goleador da história da competição. O recorde anterior durava desde 2014. A torcida argentina já sonha com um novo título tendo o atacante como protagonista absoluto — mesmo começando um jogo no banco.
Contra os coreanos, Messi abriu o placar em cobrança de falta ensaiada, fez o segundo em jogada individual e completou o terceiro de pênalti. Diante da Nigéria, converteu duas penalidades com a frieza habitual. Os dois pênaltis foram sofridos por Julián Álvarez, que será o substituto direto no banco nesta rodada.
O que muda no ataque sem Messi?
O ataque argentino ganha outras características com a ausência do 10. A tendência é que Scaloni monte um 4-3-3 mais vertical, com Julián Álvarez centralizado, Lautaro Martínez pela direita e Nicolás González na esquerda. Sem o “enganche” natural de Messi, a bola deve chegar mais rápido à área, privilegiando cruzamentos e infiltrações de Rodrigo De Paul e Enzo Fernández.
A criação de jogadas passa a ser distribuída. Lo Celso e Mac Allister terão mais liberdade para pisar no último terço. A última vez que a Argentina atuou sem Messi como titular foi em outubro de 2025, pelas Eliminatórias, contra o Peru — vitória por 1 a 0 com gol de cabeça de Otamendi. Na ocasião, a posse de bola caiu de 62% para 54%, mas o número de finalizações aumentou.
A expectativa é que o time mantenha a pressão alta e explore a defesa jordaniana, que sofreu seis gols nos dois primeiros jogos. O ponto de interrogação é se a falta do craque vai reduzir a taxa de conversão de chances claras. Nos amistosos pré-Copa, sem Messi, a Argentina converteu apenas 12% das finalizações em gol, contra 21% com ele em campo.
A Jordânia pode surpreender?
A Jordânia chega ao duelo já eliminada, mas com orgulho ferido. A seleção comandada pelo técnico Adnan Hamad perdeu para Coreia do Sul (2 a 0) e Nigéria (4 a 1), exibindo fragilidade defensiva, mas mostrou velocidade nos contra-ataques com o ponta Musa Al-Taamari, que atua no futebol belga.
Sem nada a perder, os jordanianos devem adotar uma postura mais solta, como ocorreu em 2014 quando a Argélia eliminada venceu a Coreia do Sul na rodada final. A diferença de qualidade técnica, porém, é enorme. O elenco da Jordânia é quase todo formado por atletas do campeonato local, com pouca experiência internacional. Ainda assim, se a Argentina subestimar o rival sem Messi, um empate não está descartado.
A defesa argentina, mesmo com as ausências programadas de Otamendi (poupado) e Acuña, conta com Romero e Lisandro Martínez, além do goleiro Dibu Martínez, que não costuma falhar em jogos de menor pressão. O retrospecto recente mostra que a Argentina sofreu gols em apenas dois dos últimos 15 jogos oficiais.
Perguntas e respostas
Messi corre risco de suspensão por cartão amarelo? Sim. Ele recebeu um cartão contra a Nigéria e pode ficar fora das oitavas se levar o segundo amarelo. Por isso, ficar no banco elimina qualquer perigo e o deixa zerado para o mata-mata.
Por que a Argentina não coloca Messi só no segundo tempo? A comissão técnica entende que colocá-lo poucos minutos também gera desgaste e não elimina o risco de amarelo. Além disso, a partida é uma oportunidade rara para dar ritmo a outros jogadores que serão importantes nas fases eliminatórias.
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Esse simulador gratuito funciona de graça e sem depósito — é só acessar e experimentar. A ferramenta usa dados reais de desempenho, elenco e histórico recente para projetar o resultado. Será que a análise do técnico Scaloni está certa ou você acha que a Jordânia pode surpreender? Mexa nas peças, veja o placar mais provável e tire suas próprias conclusões.
Perguntas frequentes
O jogo de simulação é realmente gratuito?
Sim, é 100% grátis. Você não precisa fazer depósito nem apostar dinheiro real. É uma ferramenta de entretenimento que simula partidas com base em dados, sem envolver qualquer tipo de transação financeira.
O resultado da simulação é confiável?
Não se trata de uma bola de cristal nem de garantia de placar. O simulador faz um teste de pressão com base em estatísticas e características dos times, mostrando onde as previsões podem furar. É uma forma divertida de explorar os fatores que influenciam uma partida.
Quanto tempo leva para simular? Precisa baixar alguma coisa?
Leva apenas alguns minutos. Você acessa diretamente pelo navegador, sem baixar nenhum aplicativo. Basta escolher as escalações e rodar a simulação.
Messi, com 5 gols, aparece melhor no banco nesse jogo?
No jogo gratuito de simulação, ao remover Messi da escalação inicial, a probabilidade de vitória da Argentina cai de 78% para 62%. O número de finalizações de fora da área sobe com Julián Álvarez, mas a taxa de conversão diminui. Messi ainda pode entrar no segundo tempo, e você pode testar essa substituição para ver o efeito no placar.
A Argentina ainda é favorita sem Messi contra a Jordânia?
Sim, a simulação indica que a Albiceleste segue com amplo favoritismo. A defesa argentina, mesmo com mudanças, segura os contra-ataques jordanianos. O placar mais provável projetado é 2 a 0 para a Argentina. Quer ver como o jogo se desenrola lance a lance? Experimente o simulador e confira os cenários.
*Este conteúdo tem caráter informativo. Apostas envolvem risco. Se precisar de ajuda, ligue para o CVV: 188.*

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