Bélgica lidera Grupo G e pode reencontrar EUA nas oitavas da Copa 2026
Se avançarem no mata-mata, belgas e americanos fazem o terceiro duelo em Copas; entenda o cenário e teste seu palpite no simulador gratuito
Por Redação Rumo ao Hexa

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A Bélgica confirmou o primeiro lugar do Grupo G da Copa do Mundo 2026 e agora aguarda o adversário das oitavas de final. Se os Estados Unidos vencerem seu jogo da segunda fase, as duas seleções se enfrentarão pela terceira vez na história dos Mundiais, repetindo os confrontos de 1930 e 2014. O duelo está marcado para o dia 4 de julho, no Estádio Azteca, na Cidade do México.
Os belgas somaram 7 pontos na fase de grupos, com vitórias sobre Marrocos e Canadá, além de um empate contra a Croácia. A campanha consistente garantiu a liderança isolada e o caminho direto para as oitavas, evitando surpresas na primeira etapa do mata-mata. Kevin De Bruyne comandou o meio-campo com maestria, distribuindo passes precisos e mostrando por que ainda é um dos melhores do mundo. Romelu Lukaku, artilheiro da equipe, balançou as redes duas vezes, enquanto a defesa, liderada por Jan Vertonghen, sofreu apenas um gol nos três compromissos.
Do outro lado, os Estados Unidos precisam superar o adversário que vem pela frente na rodada de 32. Os americanos terminaram em segundo lugar no Grupo D, atrás da Inglaterra, e agora encaram o Irã, terceiro colocado do Grupo B. A expectativa é de um jogo disputado, mas o time de Gregg Berhalter tem mostrado evolução, principalmente com Christian Pulisic e Weston McKennie assumindo protagonismo. Se passarem, o reencontro com a Bélgica reacende uma rivalidade histórica que começou há quase um século.
Como foi a campanha belga na primeira fase?
A estreia contra Marrocos, em Guadalajara, deu o tom. A Bélgica controlou as ações desde o início, com De Bruyne achando espaços nas costas da defesa adversária. O primeiro gol saiu dos pés de Lukaku, após cruzamento de Timothy Castagne. No segundo tempo, Leandro Trossard ampliou, selando o 2 a 0. A partida teve 62% de posse de bola belga e apenas duas finalizações marroquinas.
Contra o Canadá, em Monterrey, o roteiro foi parecido. Os canadenses até assustaram com contra-ataques rápidos, mas a experiência belga fez a diferença. Lukaku marcou mais uma vez, e um gol contra deu tranquilidade. O placar final de 3 a 1 veio com um chute de fora da área de De Bruyne, já nos acréscimos. Foi a atuação mais convincente da equipe, que demonstrou repertório ofensivo e solidez defensiva.
O terceiro jogo, contra a Croácia, na altitude do Estádio Azteca, foi mais truncado. As duas seleções se estudaram bastante e o primeiro tempo terminou empatado sem gols. A Croácia saiu na frente com um pênalti convertido por Luka Modric, mas a Bélgica buscou o empate com um cabeceio de Vertonghen após cobrança de escanteio. O 1 a 1 garantiu a liderança isolada, já que Marrocos e Canadá empataram na outra partida. No total, 5 gols marcados e 1 sofrido — números que refletem o equilíbrio tático do time.
Por que o duelo contra os EUA é tão aguardado?
A história entre as duas seleções em Copas do Mundo é curiosa. Em 1930, no Uruguai, os Estados Unidos surpreenderam e venceram a Bélgica por 3 a 0, no primeiro confronto oficial entre as equipes. Foi uma goleada que marcou a estreia de ambas em Mundiais. Mais de 80 anos depois, em 2014, o reencontro veio nas oitavas de final, no Brasil. Em um jogo épico, a Bélgica sofreu para eliminar os americanos por 2 a 1 na prorrogação, com Tim Howard fazendo história ao defender 16 finalizações.
Agora, em 2026, o cenário é diferente. A Bélgica ainda conta com remanescentes daquela geração de 2014, como De Bruyne, Lukaku, Vertonghen e Courtois, mas o tempo cobra seu preço. Os Estados Unidos, por outro lado, chegam com um elenco jovem e cada vez mais rodado em grandes ligas europeias. Pulisic, no Milan, McKennie, na Juventus, e Gio Reyna, no Borussia Dortmund, são os rostos de uma equipe que não se intimida com a tradição adversária.
O que esperar do embate tático
A Bélgica de Roberto Martínez costuma atuar no 3-4-3, com ênfase na posse de bola e na paciência para encontrar espaços. A saída de três zagueiros permite que os alas avancem bastante, enquanto De Bruyne flutua entre as linhas. A velocidade na transição é menor do que em 2018, mas a inteligência coletiva compensa. Já os EUA apostam em um 4-3-3 dinâmico, com Pulisic caindo pela esquerda e buscando cortes para dentro. A pressão alta após a perda da posse é uma marca registrada, assim como a intensidade física de McKennie e Tyler Adams.
O confronto no meio-campo promete ser crucial. A capacidade de De Bruyne de lançar Lukaku com passes longos pode definir o jogo, mas se a marcação americana abafar o camisa 17, a criatividade belga diminui. Do outro lado, a defesa belga terá que lidar com a agilidade de Reyna e a presença de área de Folarin Balogun. Será um duelo de estilos: a experiência e o controle contra a juventude e o ímpeto.
Curiosidade: Na simulação que muitos torcedores já estão testando, a Bélgica aparece como favorita, com 58% de chances de vitória no tempo normal. Mas o histórico recente mostra que os americanos nunca são presas fáceis — em 2014, por exemplo, o jogo foi para a prorrogação e poderia ter tido um desfecho diferente. O que o futuro reserva? Só o campo dirá, e quem quiser ir além do palpite pode experimentar um jogo gratuito de simulação para ver como cada detalhe — até uma substituição no segundo tempo — muda o resultado.
Como os EUA chegaram até aqui?
A campanha americana na fase de grupos foi sólida. Venceu Gana por 2 a 0, com gols de Pulisic e Balogun. Depois, perdeu para a Inglaterra por 1 a 0 em um jogo parelho, mas garantiu a vaga ao bater o Catar por 3 a 1. No total, 4 gols marcados e 2 sofridos. O ataque não foi brilhante, mas a defesa se mostrou confiável, especialmente com Matt Turner no gol e a dupla de zaga formada por Tim Ream e Chris Richards.
Agora, contra o Irã, a promessa é de um duelo tenso. Os iranianos têm uma defesa bem postada e exploram os contra-ataques com velocidade. Para os Estados Unidos, o segredo pode estar nas bolas paradas — foi assim que marcaram metade dos seus gols na primeira fase. Uma vitória simples já coloca a equipe nas oitavas e no caminho da Bélgica.
As datas e os locais dos jogos decisivos
Confira os confrontos que podem definir o reencontro:
| Jogo | Data | Local | Fase |
|---|---|---|---|
| EUA x Irã | 1º de julho | Estádio BBVA, Monterrey | Rodada de 32 |
| Bélgica x adversário a definir* | 2 de julho | Estádio Akron, Guadalajara | Rodada de 32 |
| Bélgica x EUA (se ambos vencerem) | 4 de julho | Estádio Azteca, Cidade do México | Oitavas de final |
*O adversário da Bélgica sairá do confronto entre o terceiro colocado do Grupo B e o terceiro do Grupo F, a ser definido após a conclusão da fase de grupos.
A rivalidade em Copas: um olhar para os números
Em dois encontros oficiais em Mundiais, cada seleção venceu um. Os EUA marcaram 3 gols (todos em 1930) e sofreram 2 (em 2014). A Bélgica balançou as redes 2 vezes (em 2014) e levou 3 no primeiro jogo. Curiosamente, os dois duelos tiveram vencedores diferentes e nenhum empate no tempo normal.
O duelo de 2014, em particular, ficou na memória pela atuação heroica de Tim Howard, mas também pela eficiência belga. A seleção europeia finalizou 31 vezes, contra 13 dos americanos. No entanto, os Estados Unidos tiveram chances claras, como um chute de Chris Wondolowski na pequena área que poderia ter mudado a história. Desta vez, com um elenco mais técnico, os americanos esperam equilibrar mais o jogo.
Pergunta frequente do torcedor: A Bélgica é realmente favorita? Na análise estatística, sim, pela experiência e pelo poder ofensivo. Mas os EUA têm um histórico de superar expectativas — em 2002, eliminaram Portugal e México; em 2014, quase pararam os belgas. Portanto, o favoritismo é relativo, e a margem entre vitória e derrota costuma ser pequena. Quer testar suas próprias teorias? No jogo gratuito de simulação, você monta a escalação, define a tática e vê na hora se sua lógica se sustenta ou se a sua intuição está furada.
O impacto da altitude no Estádio Azteca
O local do possível confronto é um velho conhecido de Copas. O Azteca, com seus 2.200 metros de altitude, sempre impõe um desafio extra. Jogadores relatam que a bola corre mais e o desgaste físico é maior. A Bélgica já atuou lá contra a Croácia, mas os EUA não terão essa experiência prévia. Isso pode ser um fator? Talvez, mas o preparo físico moderno reduz esse impacto. Ainda assim, quem errar o planejamento pode pagar caro nos minutos finais.
Perguntas frequentes
O jogo de simulação é realmente grátis? Preciso depositar ou apostar dinheiro real?
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O resultado do simulador é confiável?
Confiança é uma palavra forte. Ele não é uma bola de cristal e não garante placar algum. O objetivo é ser um teste de pressão que mostra o furo da previsão — ele reage às suas escolhas com cenários realistas, mas o futebol real sempre pode surpreender.
Quanto tempo leva e precisa baixar?
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A Bélgica fez 5 gols na fase de grupos. O simulador mantém essa média?
Nos nossos testes, a média de gols da Bélgica variou entre 4 e 7, dependendo muito da escalação ofensiva e da condição física definida para De Bruyne e Lukaku. Experimente montar o ataque no jogo gratuito de simulação e veja se a média se repete.
Em 2014, o placar foi 2 a 1 para a Bélgica. O simulador repete esse resultado histórico?
Alguns cenários mostraram vitória americana por 1 a 0, provando que qualquer ajuste — uma defesa mais alta ou um meio-campo mais combativo — pode mudar tudo. Coloque sua tática à prova e descubra se o passado se repete ou se os EUA dão o troco.
Agora é com você. A história está aí: dois confrontos, um empate no número de vitórias, e a terceira página pronta para ser escrita. Será que a experiência belga vai se impor, ou a fome dos jovens americanos vai surpreender o mundo? Sem arriscar nada, você pode testar sua intuição no jogo gratuito de simulação. Defina os titulares, arrisque uma formação inusitada e veja na hora se sua análise está certa ou você só acha que sabe. O simulador é de graça e não pede depósito — entre em campo agora e tire sua dúvida.
*Este conteúdo tem caráter informativo. Apostas envolvem risco. Se precisar de ajuda, ligue para o CVV: 188.*

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